A Cherry ainda não abriu. Entre na fila.
Quero ver antes →A Cherry compara quanto da obra já foi executado com quanto dela já foi pago — e avisa antes de virar prejuízo. Da proposta ao pós-obra, para quem constrói, projeta ou incorpora.
A Cherry mostra a obra. O resto é consequência.
Cada módulo existe porque um deles quebrou numa obra nossa.A obra não começa no primeiro caminhão nem termina na chave entregue. A Cherry acompanha antes e continua depois — inclusive no pós-obra, onde quase todo software abandona você.
O ciclo fecha: o que a etapa 07 aprende é o que a etapa 02 usa.
Uma obra pode estar 40% executada e 55% paga. Nada no seu extrato acusa isso. A conta até dá para fazer numa planilha — o problema é que ninguém faz, todo mês, em toda obra e em todo contrato. A Cherry te avisa antes de você perguntar.
Régua real do produto: Δ acima de 5 pp vira atenção, acima de 12 pp vira estouro. O mesmo cálculo roda por contrato — é assim que se pega o empreiteiro que recebeu adiantado.
Qualquer planilha calcula essa diferença. O que nenhuma planilha faz é te procurar. Na Cherry o alerta aparece no painel no dia em que o desvio passa da régua — por obra e por contrato, sem ninguém abrir arquivo nenhum.
E isso só é possível porque medição e lançamento nascem da mesma fonte. Na maioria dos sistemas cada um mora num módulo diferente e alguém digita duas vezes — então os números nunca batem e o alerta nunca é confiável.
Tabela nacional é média do Brasil inteiro. Não é a sua equipe, o seu fornecedor, a sua região nem o seu jeito de tocar obra. A Cherry fecha o ciclo: o custo real da obra que você entregou volta para a base e passa a orçar a próxima.
A maioria dos softwares trata a obra encerrada como arquivo morto. A Cherry trata como dado. Depois de três ou quatro obras, o seu orçamento passa a errar menos que qualquer tabela de referência — porque ele foi calibrado com a sua realidade.
Isso não é inteligência artificial. É só não jogar fora o que você já pagou para aprender.
Quem toca obra não tem meia hora livre para preencher formulário. Quase tudo na Cherry foi desenhado para caber entre uma ligação e outra.
Um botão em qualquer tela. Registrar pendência ou fazer o pré-lançamento de um custo leva segundos — você ajusta depois, com calma.
Monte cenários antes de assinar. Veja o que acontece com a margem se o prazo esticar, se o insumo subir ou se o pagamento mudar.
Abrangente por centro de custos quando você quer velocidade. Detalhado item a item, com insumos e coeficientes, quando precisa de precisão.
Uma obra tem N contratos. O item fechado do orçamento vira contrato com um clique, com periodicidade, forma de pagamento e retenção.
Registra a quantidade executada e aprova. O lançamento financeiro nasce sozinho, amarrado ao contrato e à medição que o originou.
Fotografe ou solte o PDF. A Cherry lê e organiza para o contador — a dor que originou o produto inteiro.
Controle por tipo de projeto e horas apontadas por profissional. Para escritório de arquitetura e engenharia saber quanto custa cada entrega.
Escolha os vendedores, a Cherry monta a mensagem com itens, quantidades, prazo e local de entrega. Um clique por envio.
Guarda local primeiro e sincroniza depois. Obra não costuma ter sinal bom, e isso não deveria ser problema seu.
Curva S prevista contra realizada, atualizada a cada medição aprovada. Quando as duas se afastam, você descobre no mês — não no fim da obra.
Quem organiza a obra descobre rápido que o problema seguinte não é a obra. É o caixa, o cronograma, a próxima proposta e o cliente que ainda não sabe que você existe.
Engenheiro bom que ninguém conhece continua dependendo de indicação. Só que ninguém tocou obra o dia inteiro para chegar em casa e abrir o Canva. Então a Cherry faz essa parte.
A foto que você já tirou na visita, o número que já está no sistema, o serviço que acabou de ser medido. O post nasce do que aconteceu — não de um banco de imagens.
Você diz quantos posts por semana aguenta. A Cherry distribui no calendário e te lembra. Sem decidir o que postar toda segunda de manhã.
Agência custa mais que o software. Isso aqui não substitui uma boa agência quando você crescer — resolve o intervalo entre não ter nada e poder pagar uma.
Nenhuma foi inventada numa reunião de produto. Todas vieram de um dia ruim em obra.
A Cherry nasceu dentro de uma construtora em Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Ela roda nas nossas obras antes de rodar nas suas — e vai continuar sendo assim.
Uma planilha de controle que só uma pessoa entendia de verdade. Funcionou até o dia em que essa pessoa não estava por perto e a obra precisou de uma resposta.
Boa parte do que existe hoje veio de dentro de uma incorporadora de porte — indicador de estouro, curva S, relatório de investimento com margem e ROI. Problemas que só aparecem quando se gerencia muitas obras, resolvidos num produto que também cabe em uma só.
Completos, caros, com implantação longa e uma certeza: a equipe não abriria aquilo por vontade própria. E software que ninguém abre não organiza obra nenhuma.
Regra única: se não resolvia um problema que a gente já tinha vivido, não entrava. Continua valendo.
Toca as obras e é o dono do problema. Passou por uma incorporadora de grande porte antes — é de lá que vem boa parte da lógica de indicadores e de portfólio da Cherry.
Trabalha com desenvolvimento numa empresa de serviços de tecnologia e cuida do que ninguém vê: arquitetura de dados e segurança da aplicação. Vem de fora da construção civil, e isso é proposital — quem não cresceu ouvindo que "obra é assim mesmo" pergunta por que cada etapa existe.
A mesma espinha dorsal atende os três. O que muda é a profundidade do orçamento, o módulo que você abre primeiro e quantas obras aparecem na tela.
Resolve tudo entre uma visita e outra. Vive na ação rápida, na medição e no indicador de estouro.
Banco de horas por tipo de projeto, proposta, contrato e relatório de cliente no mesmo lugar em que a obra acontece.
Orçamento detalhado, indicador por obra e por contrato, e relatório de investimento com margem e ROI.
Todo software promete tudo. A gente prefere contar agora, para você não descobrir depois de assinar.
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