A Cherry ainda não abriu. Entre na fila.

Quero ver antes
Rodando em obra real. Ainda não abrimos.

O dinheiro não pode andar na frente da obra

A Cherry compara quanto da obra já foi executado com quanto dela já foi pago — e avisa antes de virar prejuízo. Da proposta ao pós-obra, para quem constrói, projeta ou incorpora.

Simulação de propostas. Antes de assinar, você já sabe se o preço fecha.
Retroalimentação. Cada obra entregue deixa o próximo orçamento mais preciso.
Testado nas nossas obras. Todo dia, antes de chegar nas suas.
cherry · Residencial Aurora
Indicador de estouroatualizado agora
Físico executado0%
Financeiro gasto0%
Δ 9 pp · atenção — o financeiro está adiantado
R$ 658,6kEstrutura
12Contratos
3Medições
247
telas para lançar uma nota

A Cherry mostra a obra. O resto é consequência.

Cada módulo existe porque um deles quebrou numa obra nossa.
O ciclo completo

Sete etapas. A maioria dos sistemas cobre três.

A obra não começa no primeiro caminhão nem termina na chave entregue. A Cherry acompanha antes e continua depois — inclusive no pós-obra, onde quase todo software abandona você.

01
PropostaSimulação de cenários antes de assinar. Você já sabe se o preço fecha.
02
EstimativaOrdem de grandeza a partir do histórico das suas próprias obras.
03
ProjetoBanco de horas e controle por tipo de projeto, para saber o que dá lucro.
04
OrçamentoAbrangente por centro de custos ou detalhado por insumo, com SINAPI e SICRO.
05
ObraContratos, medição, ação rápida e o indicador de estouro rodando.
06
FinanceiroLançamento nascido da medição e nota organizada para o contador.
07
Pós-obraO custo real volta para a base e passa a orçar a próxima obra. O ciclo fecha aqui.

O ciclo fecha: o que a etapa 07 aprende é o que a etapa 02 usa.

O indicador

Arrasta os dois controles. É esse o coração da Cherry.

Uma obra pode estar 40% executada e 55% paga. Nada no seu extrato acusa isso. A conta até dá para fazer numa planilha — o problema é que ninguém faz, todo mês, em toda obra e em todo contrato. A Cherry te avisa antes de você perguntar.

40%
49%
+9 pp
Atenção
O financeiro está andando na frente. Ainda dá para corrigir sem dor.

Régua real do produto: Δ acima de 5 pp vira atenção, acima de 12 pp vira estouro. O mesmo cálculo roda por contrato — é assim que se pega o empreiteiro que recebeu adiantado.

A conta é fácil. Fazer todo mês é que não é.

Qualquer planilha calcula essa diferença. O que nenhuma planilha faz é te procurar. Na Cherry o alerta aparece no painel no dia em que o desvio passa da régua — por obra e por contrato, sem ninguém abrir arquivo nenhum.

E isso só é possível porque medição e lançamento nascem da mesma fonte. Na maioria dos sistemas cada um mora num módulo diferente e alguém digita duas vezes — então os números nunca batem e o alerta nunca é confiável.

Quero testar na minha obra Sem cartão. Ainda nem temos preço.
Retroalimentação

Seu orçamento para de ser chute na terceira obra.

Tabela nacional é média do Brasil inteiro. Não é a sua equipe, o seu fornecedor, a sua região nem o seu jeito de tocar obra. A Cherry fecha o ciclo: o custo real da obra que você entregou volta para a base e passa a orçar a próxima.

Você orça com SINAPI ou SICROReferência nacional, como todo mundo começa
A obra aconteceMedição, contrato e nota registram o custo real
A obra fechaO realizado é comparado com o previsto, item a item
A próxima nasce mais precisaAgora a referência é a sua obra, não a média do país

É a diferença entre um sistema que guarda e um que aprende.

A maioria dos softwares trata a obra encerrada como arquivo morto. A Cherry trata como dado. Depois de três ou quatro obras, o seu orçamento passa a errar menos que qualquer tabela de referência — porque ele foi calibrado com a sua realidade.

Isso não é inteligência artificial. É só não jogar fora o que você já pagou para aprender.

O que tem dentro

Feito para a correria, não para o escritório silencioso.

Quem toca obra não tem meia hora livre para preencher formulário. Quase tudo na Cherry foi desenhado para caber entre uma ligação e outra.

01

Ação rápida

Um botão em qualquer tela. Registrar pendência ou fazer o pré-lançamento de um custo leva segundos — você ajusta depois, com calma.

pendênciapré-lançamento
02

Simulação de propostas

Monte cenários antes de assinar. Veja o que acontece com a margem se o prazo esticar, se o insumo subir ou se o pagamento mudar.

cenáriosmargem
03

Orçamento em dois modos

Abrangente por centro de custos quando você quer velocidade. Detalhado item a item, com insumos e coeficientes, quando precisa de precisão.

SINAPISICROtabela da obra
04

Contratos como hub

Uma obra tem N contratos. O item fechado do orçamento vira contrato com um clique, com periodicidade, forma de pagamento e retenção.

medição por itemsaldo
05

Medição que vira lançamento

Registra a quantidade executada e aprova. O lançamento financeiro nasce sozinho, amarrado ao contrato e à medição que o originou.

% ou quantidadeaviso de atraso
06

Nota fiscal por foto

Fotografe ou solte o PDF. A Cherry lê e organiza para o contador — a dor que originou o produto inteiro.

PDFOCR
07

Projetos e banco de horas

Em desenvolvimento

Controle por tipo de projeto e horas apontadas por profissional. Para escritório de arquitetura e engenharia saber quanto custa cada entrega.

por tipohoras
08

Cotação pelo WhatsApp

Escolha os vendedores, a Cherry monta a mensagem com itens, quantidades, prazo e local de entrega. Um clique por envio.

N vendedores1 clique
09

Funciona no canteiro

Guarda local primeiro e sincroniza depois. Obra não costuma ter sinal bom, e isso não deveria ser problema seu.

local + nuvemclaro/escuro

A curva que todo mundo desenha depois. A Cherry desenha durante.

Curva S prevista contra realizada, atualizada a cada medição aprovada. Quando as duas se afastam, você descobre no mês — não no fim da obra.

0%50%100%
A plataforma

A obra é a porta de entrada. Não é o fim da linha.

Quem organiza a obra descobre rápido que o problema seguinte não é a obra. É o caixa, o cronograma, a próxima proposta e o cliente que ainda não sabe que você existe.

Obra
Orçamento, contratos, medição e o indicador de estouro. O núcleo.
Financeiro
Lançamento nascido da medição, notas organizadas e curva de desembolso.
Cronograma
Previsto contra realizado, curva S e estimativa de prazo que se atualiza sozinha.
Projetos
Banco de horas e controle por tipo de projeto, para escritório de arquitetura e engenharia.
Planejamento
Da proposta ao projeto aprovado, no mesmo lugar em que a obra vai acontecer.
Marketing
Criativos gerados da sua própria obra e programação de post montada sozinha.
Notícias
O que mudou no setor e, principalmente, o que isso muda na sua obra.
Rankings
Comparar fornecedor, empreiteiro e obra com critério, não com memória.
Entrar na lista de espera A obra funciona hoje. O resto está em teste com a gente.
Modo marketing

A obra que ninguém vê não vira a próxima obra.

Engenheiro bom que ninguém conhece continua dependendo de indicação. Só que ninguém tocou obra o dia inteiro para chegar em casa e abrir o Canva. Então a Cherry faz essa parte.

01

Gera o criativo a partir da sua obra

A foto que você já tirou na visita, o número que já está no sistema, o serviço que acabou de ser medido. O post nasce do que aconteceu — não de um banco de imagens.

02

Monta a programação sozinha

Você diz quantos posts por semana aguenta. A Cherry distribui no calendário e te lembra. Sem decidir o que postar toda segunda de manhã.

03

Sem contratar ninguém para começar

Agência custa mais que o software. Isso aqui não substitui uma boa agência quando você crescer — resolve o intervalo entre não ter nada e poder pagar uma.

Quero isso rodando na minha obra Está em teste com a gente. Entra na fila para ver primeiro.
O que resolve

Toda funcionalidade tem uma história de origem.

Nenhuma foi inventada numa reunião de produto. Todas vieram de um dia ruim em obra.

O empreiteiro mediu 40%. Você mediu 32%. Não existe registro para desempatar.
Medição por item do contrato, com data e responsável. O saldo se calcula sozinho.
A obra parecia bem até alguém somar quanto já tinha sido pago.
Indicador de estouro comparando físico e financeiro, por obra e por contrato.
Você lembrou da pendência no carro, a caminho da próxima obra. Chegou em casa e esqueceu.
Ação rápida: registra em segundos, no celular, e você completa quando sentar.
O orçamento da terceira obra continuava sendo chute com cara de planilha.
Retroalimentação: o custo real das obras entregues vira a sua tabela de referência.
O escritório não sabia quantas horas cada projeto realmente consumiu.
Banco de horas por tipo de projeto, para saber o que dá lucro e o que dá prejuízo.
O cliente perguntou "como está a obra?" e você levou quarenta minutos para montar a resposta.
Relatório da obra pronto para mandar. Você envia, não monta.
A origem

Não somos uma empresa de tecnologia tentando entender engenharia.

A Cherry nasceu dentro de uma construtora em Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Ela roda nas nossas obras antes de rodar nas suas — e vai continuar sendo assim.

2Engenheiros construindo o software que eles mesmos usam todo dia.

Começou como uma planilha

Uma planilha de controle que só uma pessoa entendia de verdade. Funcionou até o dia em que essa pessoa não estava por perto e a obra precisou de uma resposta.

Passou por uma incorporadora grande

Boa parte do que existe hoje veio de dentro de uma incorporadora de porte — indicador de estouro, curva S, relatório de investimento com margem e ROI. Problemas que só aparecem quando se gerencia muitas obras, resolvidos num produto que também cabe em uma só.

Testamos o que existia

Completos, caros, com implantação longa e uma certeza: a equipe não abriria aquilo por vontade própria. E software que ninguém abre não organiza obra nenhuma.

Então construímos a Cherry

Regra única: se não resolvia um problema que a gente já tinha vivido, não entrava. Continua valendo.

G

Guilherme

Engenheiro civil · gestão de projetos

Toca as obras e é o dono do problema. Passou por uma incorporadora de grande porte antes — é de lá que vem boa parte da lógica de indicadores e de portfólio da Cherry.

T

Thayson

Engenheiro biomédico · backend e segurança

Trabalha com desenvolvimento numa empresa de serviços de tecnologia e cuida do que ninguém vê: arquitetura de dados e segurança da aplicação. Vem de fora da construção civil, e isso é proposital — quem não cresceu ouvindo que "obra é assim mesmo" pergunta por que cada etapa existe.

Para quem

Quem constrói, quem projeta e quem incorpora.

A mesma espinha dorsal atende os três. O que muda é a profundidade do orçamento, o módulo que você abre primeiro e quantas obras aparecem na tela.

Engenheiro

Toca a obra no dia a dia

Resolve tudo entre uma visita e outra. Vive na ação rápida, na medição e no indicador de estouro.

"Não quero um ERP para tocar duas obras."
Arquiteto

Precisa saber o que cada projeto custa

Banco de horas por tipo de projeto, proposta, contrato e relatório de cliente no mesmo lugar em que a obra acontece.

"Não sei quais projetos dão lucro."
Incorporador

Decide com número, não com relato

Orçamento detalhado, indicador por obra e por contrato, e relatório de investimento com margem e ROI.

"Não confio nos números que chegam até mim."
Honestidade

O que a Cherry não faz.

Todo software promete tudo. A gente prefere contar agora, para você não descobrir depois de assinar.

Não é um ERP contábilOrganizamos a nota para o seu contador. Não fazemos contabilidade, apuração fiscal nem folha de pagamento.
Não emitimos nota fiscalLemos, classificamos e organizamos. A emissão continua onde já está.
Não desenhamos projetoNão fazemos CAD nem BIM. A Cherry gerencia o projeto — horas, tipo, prazo e custo —, não o desenho.
Não prometemos IA que não existeHoje usamos leitura automática de nota. Quando tiver mais, vamos dizer o que ela faz e onde erra.
Não temos tudo pronto aindaObra, orçamento, contratos e financeiro estão rodando. Projetos, banco de horas e o resto da plataforma estão em teste conosco.
Não vamos fingir que é mágicoTem uma conversa inicial e acompanhamento nas primeiras obras. É rápido, mas existe — e quem faz somos nós, não um vídeo.
Perguntas

O que perguntam com mais frequência.

A Cherry já está disponível?+
Ainda não. Hoje ela roda nas obras da construtora onde nasceu, todo dia, sendo ajustada com uso real. Quem entra na lista de espera é avisado primeiro quando abrirmos as primeiras vagas.
O que é retroalimentação, na prática?+
Quando a obra fecha, a Cherry compara o custo real com o que foi orçado, item a item, e guarda esse aprendizado. Na próxima obra, em vez de você partir só da tabela nacional, parte do que a sua equipe realmente gastou. Depois de três ou quatro obras, o seu orçamento fica mais preciso que qualquer referência de mercado.
Serve para arquiteto ou é só para obra?+
Serve. Além da obra, existe o módulo de projetos com banco de horas e controle por tipo de projeto — para o escritório saber quanto custa cada entrega e quais tipos de trabalho dão lucro. Está em desenvolvimento e roda hoje em teste.
Faz orçamento detalhado com SINAPI?+
Faz. São dois modos: o abrangente, por centro de custos, para quem quer velocidade; e o detalhado, com etapas, serviços e insumos, usando SINAPI por estado ou SICRO como referência. Você ajusta o preço de um insumo só naquela obra e o orçamento recalcula em cascata.
Quanto vai custar?+
Ainda não definimos, e preferimos não chutar um número. Quando definirmos, vamos explicar publicamente como chegamos nele.
Vai precisar de treinamento?+
Um pouco, sim — e a gente prefere ser honesto. Não é implantação de três meses: é uma conversa inicial e acompanhamento nas primeiras obras, feito por nós. A régua interna é que alguém do canteiro consiga usar sem ninguém explicar, mas quem gerencia orçamento e contrato merece meia hora de conversa.
Funciona no celular, sem internet boa?+
É o cenário para o qual foi desenhada. Os dados ficam no aparelho primeiro e sincronizam quando o sinal volta. A ação rápida existe exatamente para isso: registrar em segundos, com uma mão, em pé no canteiro.
Quem está construindo isso?+
Guilherme, engenheiro civil com especialização em gestão de projetos, que toca as obras e é o dono do problema. E Thayson, engenheiro biomédico que trabalha com desenvolvimento numa empresa de serviços de tecnologia, responsável pelo backend e pela segurança da aplicação.
Lista de espera

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Você recebe os bastidores do desenvolvimento e é avisado primeiro quando abrirmos as primeiras vagas. Sem spam, sem newsletter diária, sem venda.

Pronto. Você está na lista.A gente avisa antes de abrir. E se a Cherry não fizer sentido para a sua obra, também vamos te dizer.

Um e-mail a cada duas semanas, no máximo. Sair é um clique.

0 engenheiros, arquitetos e incorporadores já estão na fila